Dr. Zamarian é experiente e reconhecido pela mamoplastia redutora e pode ajudar às pacientes a reaverem seu vigor de juventude com a cirurgia. Mamas volumosas podem causar outros problemas para as pacientes além da estética; elas também podem ser resposáveis por outros sintomas que podem diminuir a qualidade de vida. Mulheres com seios grandes normalmente apresentam dor nas costas, peso nos ombros, marcas profundas de soutien e letargia. A cirurgia de Redução de Mamas pode aliviar esses sintomas. |
As mamas estão localizadas na parte anterior do tórax e a capacidade de amamentar é o que diferencia os mamíferos de outros animais. Algumas mulheres e alguns homens podem, entretanto, ter mamas com maior volume, condição denominada de hipertrofia mamária. Mamas grandes nos homens chamamos de ginecomastia. Quando as mamas atingem um volume extremamente exagerado, denominamos gigantomastia. Enquanto a ginecomastia causa um desconforto normalmente estético nos homens, mulheres com hipertrofia mamária ou gigantomastia podem ter outros sintomas mencionados acima, como dores nas costas, marcas profundas nos ombros causadas pelo soutien, cansaço, dificuldade de locomoção e até assaduras embaixo das mamas causadas pelo suor, sobretudo naquelas mamas que têm grande volume e grande flacidez.
A cirurgia plástica de redução de mamasrealizada pelo Dr. Walter Zamarian Jr. é a técnica clássica de Pitanguy, que consiste em uma incisão ao redor da aréola, outra incisão vertical e, por último, uma incisão horizontal, perfazendo um "T" invertido. Essa cirurgia é indicada para mamas grandes, que precisam ter seu volume bastante reduzido e seu perfil levantado, resultando em um aspecto atraente e confortável. A plástica dos seios devolve às mulheres sua atividade e qualidade de vida. Para mamas menores, que precisam mais de levantamento que redução, Dr. Zamarian realiza a técnica romboide de Pitanguy (antigamente chamada de Arié-Pitanguy) para mastopexia (levantamento das mamas), que pode ser realizada com ou sem prótese de silicone.
Durante alguns anos, no início de sua formação, Professor Ivo Pitanguy conheceu e compilou diversas técnicas de redução de mamas, que eram realizadas em diversas partes do mundo. Com o conhecimento que possuía de fisiologia e anatomia das mamas, associado a uma técnica operatória apurada, Professor Pitanguy desenvolveu a técnica clássica de Pitanguy para redução de mamas. Essa técnica consiste na cicatriz em "T" invertido, aliada a outros detalhes inerentes à técnica, como:
Durante a consulta médica, Dr. Zamarian questiona sobre o passado de cada paciente, como idade com que menstruou a primeira vez e detalhes como sulcos nos ombros e dores nas costas, muito comuns em pacientes com mamas grandes, candidatas a uma cirurgia de mamoplastia redutora.
No exame físico, avalia-se simetria das mamas, posição das aréolas, volume dos seios, tipo e espessura da pele, flacidez, se há preenchimento do pólo superior dos seios, largura da base das mamas, presença ou não de nódulos, extravasamento de leite, assaduras nos ulcos inframamários, posição onde as mamas terminam lateralmente. Além disso, há uma avaliação global da paciente, levando-se em consideração seu peso e altura, a fim de saber da possibilidade de se realizar a cirurgia no peso atual ou mesmo projetar qual seria o tamanho proporcional final dos seios após a mamoplastia redutora, cirurgia plástica seios.
A mamoplastia redutora pode ser realizadas em pacientes a partir dos 15 a 16 anos de idade, uma vez que a primeira menstruação não demorou muito para acontecer.
O único fator que determina o tamanho final da cicatriz da mamoplastia redutora é o volume da mama a ser reduzida: quanto maior a mama, mais longa será a cicatriz final, especialmente naquelas pacientes cujas mamas terminam bem lateralmente, abaixo das axilas. Independente de qual o comprimento das cicatrizes, essas cicatrizes têm tido um bom aspecto desde que tem-se utilizado a cola de cianoacrilato na Clínica Zamarian para o fechamento final da pele.
Sim. Durante a mamoplastia redutora, Dr. Walter Zamarian realiza algumas manobras para levantar as aréolas, além de deixá-las no tamanho proporcional às mamas novas. Essas manobras de ascensão das aréolas (também denominadas de complexos aréolo-papilares), podem ser desde uma simples quilha, como preconiza a técnica do Professor Ivo Pitanguy, como manobras mais complexas que envolvem uma distância maior para subir, como Letterman (ascensão vertical) ou Silveira Neto (rotação de 90 graus das aréolas para permitir uma ascensão máxima, de cerca de 10cm). Para as aréolas que necessitam subir mais que 10cm, o que acontece em menos de 0,2% das cirurgia realizadas pelo Dr. Zamarian, há indicação imediata de enxerto livre de aréolas, para se evitar necrose no pós-operatório da mamoplastia redutora.
Sim, as medicações que contêm ácido acetilsalicílico (AAS, Aspirina), medicamentos para emagrecer, Arnica, Ginko-biloba e antidepressivos tricíclicos.
A mamoplastia redutora é realizada pelo Dr. Zamarian no hospital sob anestesia peridural e sedação, sendo que a paciente interna no dia da cirurgia (duas horas antes do horário da cirurgia plástica) e é operada, na maioria das vezes, no período da manhã. O procedimento dura aproximadamente cerca de duas horas a duas horas e meia. Não há a necessidade de drenos e a paciente tem alta em 24 horas, sendo que o Dr. Zamarian troca os curativos no dia seguinte e a paciente passa a utilizar um soutien sem costura por dois meses.
A cirurgia de redução de mamas é realizada seguindo à risca a técnica clássica do Professor Pitanguy, com a paciente semi-sentada. A marcação das mamas é realizada seguindo a técnica descrita acima, tomando o cuidado para minimizar eventuais assimetrias. A cirurgia se inicia pela manobra de Schuarzmann (incisão periareolar), com a desepitelização da região A-B-C. Em seguida, realizam-se as incisões laterais e por último, a incisão no suldo, retirando-se a glândula excedente no pólo inferior. A ressecção em quilha completa a retirada da glândula. A hemostasia é cuidadosa para evitar hematomas e sangramentos. Aproximam-se os pilares com mononylon 2-0 e montam-se as mamas com mononylon 3-0. Em seguida, marcam-se as posições das aréolas e a cirurgia é terminada com sutura de vicryl 4-0 pontos subdérmicos e, externamente, cola de cianoacrilato (Dermabond).
A cirurgia de redução das mamas, apesar de envolver uma cicatriz maior que uma lipoaspiração, por exemplo, não é um procedimento doloroso, pelo contrário, mais de 90% das pacientes relatam que não sentem dor após a cirurgia plástica seios.
Dr. Zamarian informa às pacientes os cuidados de pós-operatório que devem ter após a cirurgia plástica de redução de mamas, que compreendem:
A maioria das mulheres tem mamas de tamanhos diferentes, e muitas nem sabem disso. Na grande maioria das vezes, a mama que é normalmente maior é a esquerda, mas algumas mulheres têm a mama direita maior. Não se sabe ao certo por que a mama esquerda é a que normalmente encontra-se maior no caso de assimetria mamária.
Independente se a mama maior é a esquerda ou a direita, a cirurgia plástica de redução de mamas realizada pelo Dr. Zamarian reduz essa diferença entre as mamas de modo significativo. Durante a cirurgia de mamoplastia redutora, Dr. Zamarian retira mais tecido da mama maior e, antes de fechar a cirurgia, compara as duas mamas, a fim de diminuir suas diferenças. A técnica de redução de mamas de Pitanguy permite que as mamas diferentes fiquem bem parecidas, restabelecendo a confiança e autoestima da paciente.
No momento da marcação das mamas na sala de cirurgia, Dr. Zamarian utiliza os fios preconizados pelo professor Pitanguy, de compasso e das fotos pré-operatórias para uma adequada avaliação e comparação das mamas e planejamento da cirurgia a fim de minimizar as diferenças. Algumas pequenas diferenças podem permanecer após a cirurgia de redução de mamas, sobretudo se as mamas antes da cirurgia apresentam bases muito diferentes, mas no resultado final, as diferenças entre as mamas diminuem bastante, melhorando muito o aspecto dos seios.
Exemplos de assimetria das mamas que podem ser melhoradas com a cirurgia plástica de redução de seios:
Muitas mulheres se preocupam com o resultado sa cirurgia de redução de mamas, porque acreditam que a mama fica depois com o pólo superior (parte acima da aréola) vazio e que a mama cai logo. Para minimizar essa condição, Dr. Zamarian abre mão de duas alternativas: ou deixa um pouco mais de volume nas mamas que são reduzidas, para que as mamas não fiquem um pouco "vazias" após a cirurgia, ou coloca prótese de silicone no mesmo ato operatório.
A prótese de silicone pode ser colocada na mesma cirurgia de redução de mamas a fim de dar mais projeção ao pólo superior, além de retardar a queda nas mamas no futuro.
Entretanto, pacientes que necessitam reduzir muito volume das mamas devem evitar colocar prótese de silicone para não prejudicar a cicatrização da cirurgia. Outro caso que não indicamos a colocação de prótese de silicone é naquelas pacientes que realmente desejam diminuir o volume das mamas, pois as próteses de silicone podem manter o mesmo volume que a paciente tinha antes da cirurgia ou até aumentar suas mamas, dependendo do volume escolhido.
Um detalhe sobre a escolha do tamanho das próteses de silicone a serem colocadas durante a cirurgia plástica de redução de mamas é que, devido a essa técnica apresentar uma cicatriz vertical menor que na mastopexia, o tamanho escolhido das próteses não deve ser muito grande (Dr. Zamarian recomenda entre os tamanhos 240, 255, 280 ou 335ml, envitando tamanhos maiores), pois senão, para que as mamas não fiquem olhando para baixo, seria necessário deslocar as próteses para baixo do sulco inframamário, fazendo subir a cicatriz horizontal.
Portanto, normalmente se escolhem tamanhos um pouco menores na redução de mamas, quando comparado à mastopexia (cirurgia da flacidez das mamas).
Gigantomastia é o nome dado a hipetrofia mamária de grandes proporções. Pacientes com gigantomastia normalmente têm grande dificuldade de realizar exercícios físicos devido às mamas exageradamente grandes, além de parecerem obesas devido ao volume das mamas. A técnica de redução de mamas do professor Pitanguy consegue tratar adequadamente casos de gigantomastia, chegando a reduzir grandes volumes como até um kilo e meio a dois kilos de cada mama. A maior preocupação no tratamento da gigantomastia, entretanto, é a ascensão das aréolas. Muitas pacientes com gigantomastia chegam a ter aréolas mais baixas que os cotovelos, necessitando muitas vezes de manobras para auxiliar na elevação do complexo aréolo-papilar. Quando as aréolas precisam subir mais que dez centímetros, considera-se a possibilidade de enxerto livre das aréolas, devido à possibilidade de necrose das mesmas.
Pacientes com gigantomastia costumam ter os ombros projetados para frente e para baixo, com sulcos nos ombros devido ao peso que o soutien carrega e frequentemente têm dores nas costas. Quanto mais o tempo passa, mais consolidadas essas alterações, e tão logo se identifique a gigantomastia, é recomendável programas a cirurgia de redução de mamas para evitar problemas sérios.
As estrias são geralmente causadas por alterações hormonais. Estrias que estão compreendidas na área que será retirada durante a mamoplastia redutora desaparecem após a cirurgia, mas na maioria das vezes as estrias compreendem também o pólo superior das mamas e, dificilmente todas as estrias são retiradas durante essa cirurgia plástica. As estrias novas, violáceas, têm melhor chance de tratamento eficaz, enquanto que estrias antigas têm ainda um tratamento com poucos recursos e com resultados inferiores. Saiba mais sobre tratamento de estrias novas e antigas em na página do nosso blog sobre estrias.
Na maioria das vezes, sim. Exceção à regra são as mamas que têm as aréolas muito baixa e que têm que subir quase 10cm, necessitando da manobra denominada Silveira Neto, que rotaciona as aréolas 90 graus para permitir essa ascensão. Nestes casos, pouco mais de 50% dos ductos são seccionados, podendo diminuir a capacidade de amamentação das pacientes, bem como nos casos de enxerto livre de aréolas, onde 100% dos ductos são seccionados.
Normalmente, não. Como na questão anterior, somente nos casos de aréolas muito baixas pode haver uma diminuição da sensibilidade.
Logo após a cirurgia, as mamas ficam inchadas e amassadas, restabelecendo sua anatomia normal ao longo do tempo. Com dois meses, podemos enxergar cerca de 85% do resultado final, quando tiramos as fotos do pós-operatório. Os outros 15% aparecerão ao longo dos 4 a 6 meses seguintes.
De um modo geral, as cicatrizes estão super finas no primeiro mês, tornando-se vermelhas um pouco altas e evidentes até o máximo, que se dá com 60 dias da cirurgia. Após isso, as cicatrizes vão afinando, abaixando e clareando até 12 a 18 meses. Nesse processo, Dr. Zamarian acompanha o comportamento da cicatrização de cada paciente de perto e, caso haja necessidade, ele receita alguma das alternativas para melhorar as cicatrizes que eventualmente fugirem do padrão, indicando um tratamento individualizado para cada caso.
Para saber mais sobre mamoplastia redutora, cirurgia das mamas, cirurgia para melhorar o aspecto dos seios, contate nossa Clínica de Cirurgia Plástica em Londrina, Paraná.
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Dr. Walter Zamarian, Jr.
R. Senador Souza Naves, 1035, Sala 9
Centro - Londrina - PR
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Tel. (43) 3356 0506
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