O câncer de mama é o tumor maligno proveniente do tecido mamário, podendo ser originário dos ductos (carcinoma ductal) ou dos lóbulos (carcinoma lobular) das glândulas mamárias. No mundo, é o câncer com maior incidência (10,4%), depois dos tumores malignos de pele, e é a quinta causa mais comum de óbito por câncer. O tratamento inclui cirurgia, medicamentos (terapia hormonal e quimioterapia) e radioterapia. Alguns tumores são sensíveis a hormônio estrogênio e/ou progesterona, e têm melhor prognóstico, pois podem ser tratados concomitantemente com a inibição da ação desses hormônios, com um medicamento denominado tamoxifen. |

* A maioria dos sintomas das mamas não indicam um câncer de mama. Mastite e Fibroadenoma são doenças benignas da mama e não são indicativos de presença oculta de câncer de mama.

Existem vários métodos para diagnóstico, sendo os menos invasivos:
* o exame de confirmação é feito por biópsia.
A cirurgia é realizada na maioria dos casos de câncer de mama e pode variar desde uma quadrantectomia (retirada parcial da mama) até uma mastectomia com ou sem esvaziamento ganglionar.
QuimioterapiaExistem vários esquemas, podendo começar com ciclofosfamida e doxorrubicina (Adriamicina), com ou sem docetaxel. Outro esquema envolve ciclofosfamida, metrotrexate e 5-fluorouracil.
É de grande valia para o caso dos tumores com receptores positivos para estrogênio, utilizando-se para isso o tamoxifen. Mais recentemente, outros medicamentos surgiram como supressores hormonais, como os inibidores da aromatase (anastrozol e letrozol), mas somente podem ser utilizados por pacientes após a menopausa.
Terapia nova, com medicamentos caros, como o Trastuzumab, e que podem causar danos ao coração, além de muito mais efeitos colaterais que a quimioterapia convencional.
RadioterapiaNormalmente é realizada após a cirurgia, para tratamento de células tumorais que fugiram da cirurgia. Pode ser utilizada também durante a cirurgia com o mesmo efeito de várias sessões após a cirurgia, conforme estudo recente. Pode reduzir a recidiva tumoral em 50 a 66% e é considerada essencial nos casos de retiradas parciais da mama (quadrantectomia e nodulectomia).
Dr. Zamarian se orgulha de realizar toda a variedade de cirurgias para reconstrução de mama, indicando a melhor opção para cada caso. Pacientes que se submeteram a mastectomia - retirada de uma ou das duas mamas, normalmente devido a câncer de mama ou devido a lesão traumática - percebem que, após se submeterem a reconstrução de mama, tornam-se mais capazes de se sentirem mais confiantes e confortáveis em sociedade, prontas para uma vida alegre e produtiva. A reconstrução de mama ajuda as mulheres que passaram pelo t rauma de ficarem sem mama, a retornar a normalidade de suas vidas e, como resultado, acelera o processo de cura emocional, deixando para trás o estigma do câncer de mama.
Dr. Zamarian acredita ser importante que a paciente participe de uma imersão na primeira consulta, durante a qual ele vai indicar a melhor alternativa de reconstrução, explicando sobre os prós e contras de cada técnica, entre elas o TRAM (reconstrução com músculos e tecidos do abdômen), Grande Dorsal (reconstrução com o músculo das costas associado a prótese de silicone), Expansor e Prótese de Silicone, ou reconstrução apenas com Retalhos Locais. Normalmente a reconstrução completa ocorre ao final de duas ou três etapas cirúrgicas, dependendo de qual a técnica de mastectomia optada e de como foi a retirada de tecido pelo mastologista.
A cirurgia plástica de reconstrução de mama a partir de tecidos do abdômen é denominada de TRAM (da sigla Transverse Rectus Abdominus Myocutaneos Flap).
Pré-requisitos para a reconstrução de mama com o TRAM
A cirurgia plástica de reconstrução de mama com TRAM é a primeira escolha na Clínica Zamarian, desde que esteja seja possível. Dr. Walter Zamarian prefere essa técnica por apresentar os melhores resultados estéticos no longo prazo, em sua experiência. Entretanto, quando as condições locais não permitem (cicatrizes, radioterapia, paciente muito magra) abre-se mão de outras alternativas cirúrgicas que explicaremos mais abaixo.

A cirurgia é iniciada com a paciente em decúbito dorsal, sob anestesia peridural com sedação ou associada à geral, a depender da avaliação do anestesista. Dr. Zamarian começa com o descolamento da área receptora, conforme marcação prévia. Em seguida, confecciona-se o túnel pelo qual se passará o tecido proveniente do abdômen. Nessa hora toma-se o cuidado de nem criar um trajeto muito estreito e nem muito largo, apenas a quantidade exata.
Em seguida, incisa-se o abdômen sem descolar o retalho, tomando o cuidado de seguir uma marcação um pouco mais alta ano nível da cicatriz umbilical, a fim de se preservar as perfurantes presentes ali e sua arcada. Descola-se a parte superior do abdômen. Após, realiza-se uma marcação de um dedo no músculo reto abdominal (contralateral devido à possibilidade de lesão do homolateral pela radioterapia, ou nos dois, no caso de retalho bipediculado). Essa marcação de um dedo servirá para que uma faixa de um dedo da aponeurose do reto abdominal seja levada junto ao músculo para restringir sua mobilidade, dando maior segurança ao retalho. incisa-se nos dois bordos da aponeurose do reto abdominal e descola-se a fascia do músculo lateral e medialmente, unindo o descolamento inferiormente, logo anteriormente à parede posterior da bainha do reto abdominal. Descola-se, então, a parte do retalho que não vai ser levada, descola-se o retalho da cicatriz umbilical e finalmente descola-se o retalho da parte que será levada, iniciando de lateral para medial, parando quando se visualiza a primeira perfurante significativa. Incisa-se o bordo lateral da bainha do reto abdominal e descola-se abaixo do retalho miocutâneo. Secciona-se, então, a parte inferior do reto abdominal ao nível da arcada semilunar de Douglas. Completa-se a incisão na aponeurose e libera-se o retalho.
Passa-se o retalho pelo túnel confeccionado para levar o ecido abdominal até a mama. Retira-se parte da cicatriz e pele queimadas pela radioterapia e modela-se a o tecido no local, fixando em um plano profundo e outro mais superficial de fios absorvíveis, enquanto que a parte superficial será fechada com cola de cianoacrilato.
Na parte abdominal, reforça-se a parede abdominal na região do músculo reto abdominal levado em forma de retalho com tela de Marlex (polipropileno) em camada dupla, além de se fixar o coto inferior do reto abdominal na arcada de Douglas e à tela. Fixa-se o umgigo e fecha-se a cirurgia por planos, com dreno aspirativo por contra-abertura na mama e no abdomen.
Após quatro a seis meses do primeiro tempo, o TRAM já caiu, adquirindo uma forma mais natural, mais parecida com mama. Realiza-se, então, a cirurgia de simetrização das mamas, tornando-as bem mais parecidas. Para isso, observam-se alguns detalhes em ambas as mamas, como:
É a reconstrução das aréolas. Existem inúmeras técnicas que podem ser utilizadas para isso, a depender da anatomia presente em cada caso. Entre elas, Dr. Zamarian costuma reconstruir as aréolas com enxerto de pele da virilha (assume uma boa pigmentação depois) ou da aréola contralateral ou com micropigmentação (tatuagem). Os mamilos, ele prefere refazer ou com metade do mamilo contralateral ou com um enxerto de tecido cicatricial.
A cirurgia plástica de reconstrução de mama com o músculo grande dorsal tem uma indicação um menor do que o TRAM na Clínica Zamarian. Isso porque, logo após a cirurgia, o rande dorsal tem um aspecto melhor do que o TRAM, porém no longo prazo, uma mama reconstruída com TRAM normalmente adquire um resultado superior, mais natural, uma vez que é uma reconstrução mais fisiológica, sem a necessidade de prótese de silicone. Assim, o grande dorsal não fornece volume suficiente para a reconstrução apenas com tecidos autólogos, necessitando do uma complementação de volume com prótese de silicone. De qualquer forma, não são todas as pacientes que têm a possibilidade de realizar sua reconstrução com o TRAM, passando o grande dorsal a ser a melhor indicação para alguns casos selecionados.
A Cirurgia Plástica de Reconstrução de Mama com o Grande DorsalA cirurgia se inicia com a paciente em decúbito lateral sob anestesia peridural e sedação ou geral. Em seguida, marca-se um fuso de pele no dorso de tal forma que a cicatriz resultante ficará posteriormente na linha do soutien. Incisa-se e descola-se o músculo inferiormente e lateral e medialmente e cria-se o túnel para transportar o retalho miocutâneo para a região anterior do tórax. Isola-se o pedículo, podendo ou não seccionar o músculo na sua inserção proximal, na axila, realizando esta manobra em casos que se deseja um maior arco de rotação do retalho. Com a paciente em decúbito dorsal (barriga para cima), ajusta-se o retalho, tomando o cuidado de preencher a região infraclavicular e refazer o sulco inframamário, finalizando com a colocação de prótese de silicone.
Também são realizados um ou dois tempos cirúrgicos complementares para a simetrização das mamas e reconstrução das aréolas e mamilos (papilas).
Essa cirurgia fornece o volume necessário à região da mastectomia e costuma ser uma boa opção para os casos em que não se pode realizar o TRAM.
Essa é considerada uma das cirurgias menos agressivas para se reconstruir as mamas. Por esse motivo, é muito utilizada em pacientes que receiam uma cirurgia maior ou que não querem mais cicatriz em outra área doadora ou cujo estado de saúde não permite realizar uma cirurgia maior.
A primeira cirurgia a ser realizada nessa modalidade, é a colocação do expansor. Em uma cirurgia rápida, de cerca de uma hora, cria-se a loja a ser colocado o expansor de pele, lembrando que normalmente parte da expansão será do abdômen superior, posicionando-se a válvula em uma região de fácil acesso, por exemplo, na axila. O expansor é deixado no lugar com 10 a 20% de sua capacidade preenchida com soro fisioógico a 0,9%.
Durante duas semanas, nada se faz com o expansor, pois é um período de repouso necessário para uma cicatrização adequada. Em seguida, a paciente vai retornar semanalmente ao consultório para o processo de expansão de pele, que consiste em injeção semana de 10% do volume do expansor com soro fisiológico, num período total de três meses. Dr. Zamarian costuma realizar a rotina da Clínica Pitanguy de se expandir 100% a 120% do volume total do expansor.
No segundo tempo dessa cirurgia, retira-se o expansor, leva-se o tecido para a região mamária, confeccionando um novo sulco inframamário e coloca-se a prótese de silicone. Nesse mesmo tempo, realiza-se a simetrização da mama contralateral (a outra mama), caso seja necessário. A aréola e o mamilo podem ser reconstruídos nessa etapa, mas como se trata de uma cirurgia minimamente invasiva, costuma-se optar pela pigmentação (tatuagem) depois.
Essa modalidade de reconstrução de mama é muito utilizada quando se deseja reconstruir uma mastectomia parcial, quadrantectomia, enfim, uma retirada segmentar da mama. Muitas vezes, o retalho a ser utilizado pode ser do próprio tecido glandular mamário, ou, em outros casos, pele e tecido subcutâneo adjacente, como no caso do retalho torácico lateral, que pode ser de pedículo inferior ou superior, a depender da área a ser tratada e das consições locais da pele. Alguns cirurgiões plásticos chegam a utilizar o retalho torácico lateral em substituição ao uso de expansor, colocando uma prótese de silicone, em uma cirurgia de tempo único e mais simples.
A Individualidade de cada CasoNão existe uma fórmula matemática para se determinar qual técnica será utilizada, pois a escolha da teçnica de reconstrução de mama é um conjunto que envolve as técnicas que o cirurgião considera serem possíveis para aquele caso, juntamente com a conversa com a paciente, que dirá o que deseja. Pode ser que uma paciente tenha uma possibilidade de ser submetida ao TRAM, mas queira realizar uma cirurgia menos invasiva e mais simples, mesmo que o resultado estético seja um pouco inferior.
Para saber mais sobre cirurgia de mamas e se como você ficaria com implantes de silicone ou após outra modalidade de cirurgia par melhorar o aspecto dos seios, contate nossa Clínica de Cirurgia Plástica em Londrina, Paraná.
Por gentileza, preencha o formulário abaixo para agendar uma consulta em nossa Clínica no Paraná, Brasil para cirurgia plástica de reconstrução de mama com TRAM, grande dorsal, expansor e prótese entre outros procedimentos estéticos que oferecemos.
Dr. Walter Zamarian, Jr.
R. Senador Souza Naves, 1035, Sala 9
Centro - Londrina - PR
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Tel. (43) 3356 0506
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