Orelhas proeminentes ou de abano podem causar preocupações do paciente sobre sua aparência. Alguns tentam esconder suas orelhas com o cabelo enquanto outros usam chapéus, gorros ou faixas para prevenir suas orelhas de saltarem para fora. Oferecendo uma solução a esses pacientes, nossa clínica no Paraná, Brasil, realiza a otoplastia para ajudar a aumentar a beleza e melhorar a auto-estima. A otoplastia é um procedimento seguro e eficaz que remodela as orelhas, produzindo um resultado mais estético e atraente. Dr. Zamarian faz uso de uma variedade de técnicas de otoplastia para reposicionar as orelhas mais próximas à cabeça, diminuí-las ou alterar a aparência das mesmas, remodelando a cartilagem.
Dos cinco aos seis anos de idade, as orelhas já completaram 90% do seu desenvolvimento e, por esse motivo, já podem ser operadas a partir de então. Em muitos casos, prefere-se realizar a cirurgia plastica das orelhas de abano nessa idade, por ser pré-escolar e para evitar constrangimento entre os colegas. Entretanto, muitos pacientes acabam procurando o cirurgião plástico na fase adulta, tendo, mesmo assim, excelentes resultados.
Durante a consulta médica, alguns detalhes são observados pelo cirurgião plástico e explicados ao paciente: a ausência da antihélice, a projeção das conchas e a presença ou não de assimetrias.
A antihélice é uma sobra na cartilagem que auxilia na curvatura da parte externa da orelha para trás, em especial, no seu segmento superior. Pacientes com orelhas de abano, normalmente apresentam "apagamento" de uma ou ambas antihélices, aumentando a projeção das orelhas para frente. Durante a cirurgia plastica de otoplastia, Dr. Zamarian resedenha as antihelices e as confecciona de um modo delicado, de acordo com a técnica de otoplastia em Ilha do Professor Ivo Pitanguy. Em alguns casos e, especialmente para orelhas de paciente bastante jovens e com cartilagem mole, a orelha pode ser apenas raspada para se refazer as antihélices.
O excesso de concha cartilaginosa acaba projetando as orelhas anteriormente, chegando, em muitos casos, a fazer um ângulo de 90% com a cabeça. Durante a cirurgia plastica de otoplastia realizada pelo Dr. Walter Zamarian, as conchas são rodadas para trás, sem retirada de cartilagem, de modo que o resultado mantém a naturalidade da projeção normal de uma orelha. Considera-se um resultado artificial uma orelha sem projeção alguma, praticamente colada na cabeça. Em nossa cirurgia plastica de orelhas, realiza-se uma hipercorreção, mas as orelhas vão abrindo ao longo, principalmente, das três primeiras semanas, até adquiririrem um resultado bastante atraente. Sabendo disso, e para evitar que as orelhas abram demais, o paciente deve utilizar uma faixa na cabeça que mantém as orelhas no lugar, 24 horas por dia, durante essas três semanas.
As assimetrias entre as orelhas são bastante comuns, ocorrendo muitas vezes uma projeção maior de uma orelha em relação à outra. Na maioria das vezes as assimetrias são bastante minimizadas durante a cirurgia plastica, de modo que passam a ficar quase que imperceptíveis no dia-a-dia. Em alguns raros casos, a assimetria envolve uma deformidade muito grande de uma das orelhas, e a cirurgia plastica de otoplastia nesses casos pode envolver até a reconstrução de todo o pavilhão auricular acometido.
A hélice da orelha é a dobra mais externa, que começa na raiz da orelha e termina no lóbulo. Na maioria das vezes, sua curvatura é normal, mas nos casos de otoplastia para Lop Ear ou Cup Ear, a curvatura está muito acentuada, por vezes acentuada por uma prega hodrizonatal na cartilagem que atravessa a antihélice, necessitando, nesses casos, de remodelagem da hélice e sustentação da mesma com uma mola confeccionada com a cartilagem da concha.
AntihéliceNa mairoria dos casos de orelhas de abano, a antihélice, que deveria ser uma dobra em forma de "Y" curvado, logo anteriormente à hélice, está ausente. A cirurgia plástica de otoplastia para orelhas de abano compreende a remodelagem da cartilagem, refazendo a antihélice e diminuindo, dessa forma, a projeção principalmente do pólo superior da orelha.
Aquela dobra ou projeção na hélice, em seu ponto súpero-externo, que está evidente na maioria das pessoas mas que pode ser apenas um espessamento quase imperceptível em outras, é chamada de tubérculo de Darwin. Em alguns casos, em que ele se mostra muito evidente, realçando a projeção de orelhas em abano, ele pode ser diminuido cirurgicamente.
O lóbulo da orelha é aquela parte mais inferior, sem cartilagem, onde se colocam os brincos. O lóbulo pode ser preso ou solto. Em alguns casos, especialmente nos idosos, ele pode ser demasiadamente grande e a cirurgia plástica pode reduzir seu tamanho, retirando uma cunha na forma de fatia de pizza rente à sua inserção na face. Em outros casos, a cirurgia plástica pode fechar orifícios rasgados por brincos (devido a alergia ou trauma), através de uma zetaplastia anterior e sutura simples na parte posterior, para quebrar a cicatriz, interpondo pele sadia nela, evitando futuros rasgos.
Aquela protuberância de cartilagem na frente da orelha, na altura do conduto auditivo externo é denominada de tragus. O tragus pode estar apagado, principalmente por um estigma de cirurgia plástica quando o cirurgião tenta esconder a cicatriz atrás do trágus. Nestes casos, basta liberar a cartilagem, removendo o tecido cicatricial que a prende, restabelecendo sua projeção. A protuberância cartilaginosa acima do lóbulo é denominada de antitragus.
A inserção mais superior da orelha, consistindo o início da hélice e localizada logo acima do tragus, é denominada de raiz da orelha. Dificilmente ela precisa ser operada, mas é muito útil nos casos de retalho de hélice (retalho de Antia), onde é realizado um retalho em V-Y na raiz, permitindo um avançamento lateral e inferior da hélice para reparar perda de substância de terços médio ou superior de hélice. Na maioria das vezes serve como parâmetro anatômico durante a cirurgia de lifting de face como limite máximo onde pode chegar o pé do cabelo, a fim de se evitar um estigma de cirurgia plastica.
Aquela parte lisa, com forma côncava, aderida à mastóide, posterior ao meato acústico externo, é denominada de concha e contém uma catilagem que tem condições ideais para se realizar enxertos de cartilagem hialina, no nariz, por exemplo. A cocha pode estar muito proetada anteriormente em pacientes com orelhas de abano e podem ser descoladas em sua parte posterior e fixadas adequadamente na mastóide, diminuindo sua projeção, tratando esses casos. Normalmente, Dr. Zamarian realiza essa manobra em conjunto com a confecção da antihélice, durante a otoplastia.
A cirurgia plastica de otoplastia para correção de orelha de abano é realizada, pelo Dr. Walter Zamarian, com o paciente sob sedação e com anestesia local. Inicia-se com a marcação e retirada de pele em excesso atrás das orelhas proeminentes. Em seguida, Dr. Zamarian demarca e confecciona a ilha de cartilagem que vai configurar a antihélice. A cartilagem é então projetada com pontos absorvíveis e o novo desenho da orelha já começa a aparecer. Descola-se a cartilagem auricular da mastóide e roda-se a orelha posteriormente, para corrigir a projeção do excesso de concha. Toda a sutura é então realizada, somente na parte de trás das orelhas e fica escondida, sem deixar cicatrizes aparentes.
Na experiência do Dr. Zamarian, a otoplastia, cirurgia plastica de orelha de abano, dispensa internação e o paciente vai para casa assim que passar o efeito da sedação, com um curativo com Surgifix, uma rede que envolve a cabeça e protege, sem esquentar muito. A otoplastia é um procedimento que dura, aproximadamente, 90 minutos.
Após a cirurgia plastica de orelha de abano, otoplastia Londrina, pacientes podem sentir muita ou nenhuma dor. Para isso, abrimos mão de medicamentos potentes que tornam o procedimento mais tranqüilo. A faixa deve ser usada por 24 horas por três semanas, tirando apenas para tomar banho. Retiramos os pontos com 7 a 10 dias, e após um mês os pacientes já podem voltar a atividades físicas leves e a dormir de lado. Óculos também podem voltar a ser usados após um mês da otoplastia.
O inchaço após a otoplastia melhora bastante no primeiro mês após a cirurgia plastica, mas pode levar até seis meses para desaparecer por completo. Nesse período, também, a sensibilidade pode estar diminuída, retornando progressivamente.
Chamamos de recidiva quando as orelhas voltam a ficar abanadas após a otoplastia. Como a técnica principal utilizada pelo Dr. Zamarian é a em Ilha, que envolve incisão na espessura total da cartilagem e quebra de sua memória, a recidiva em sua experiência é baixíssima, se existir. Dr. Zamarian tem ganhado reputação por seus procedimentos estéticos com excelentes resultados, evitando complicações ao máximo.
Em verdade, otoplastia é um termo que se refere a qualquer cirurgia plastica de orelhas, quer seja por orelha de abano, ou por outras variações, como: lop ear, cup ear, microtia (orelha pequena), anotia (ausência de orelha), reconstrução após trauma ou devido à retirada de câncer de pele, entre outras.
As variadas deformidades que uma orelha pode apresentar individualizam o tratamento para cada caso, podendo variar desde um simples relaxamento da cartilagem com mínima retirada de pele, retirada de uma parte da outra orelha para reconstruir um defeito, ou até uma reconstrução total do pavilhão auricular com cartilagem retirada do tórax.
Na Clínica Zamarian de Cirurgia Plastica, cada paciente é muito bem avaliado e orientado com relação às possibilidades de uma melhora total ou parcial do problema que o acomete. Dr. Zamarian tem a habilidade e conhecimentos necessários para realizar os melhores tratamentos para seus pacientes.
Nossa equipe na Clínica Zamarian é dedicada a ajudar os pacientes a melhorarem sua aparência para que se sintam mais atraentes e confiantes. Entre em contato com nossa Clínica no Paraná, Brasil para agendar uma consulta para otoplastia.
Dr. Walter Zamarian Jr. é membro das Sociedades Brasileira e Americana de Cirurgia Plastica.